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fui à Corrida do Tejo e sobrevivi

Que calooooor!
Nunca imaginei que ía estar tanto calor, na verdade acho que ainda não voltei à minha temperatura normal, mas não liguem que eu sou assim, cheia de afrontamentos.
Adiante, que loucura de ambiente, adoro! Fujo de multidões, mas deste tipo de povão eu gosto!
A minha parte preferida é o início, quando está o povo todo junto e se dá a partida. Todos começam a correr devagarinho, que no início está tudo juntinho e só mais para a frente é que se começa a dispersar.
Gosto da adrenalina desse momento e de pensar que desta é que é, que me vou superar.
O final também é bom, em que já me estou a arrastar, mas ao ver a meta a poucos metros arranjo forças para fazer um sprint.
Em 1:03h fui de Algés a Carcavelos.
Tive calor, despejei duas garrafas de água pelas costas. Também tentei beber, mas entrou-me pelo nariz (esta parte não foi bonita).
Fiquei com a língua de fora nas subidas. Uma pessoa não percebe quando vai de carro ou de comboio, mas este trajecto tem umas subidinhas manhosas, que saem do pêlo.
Só tive pena de não haver uma buzinadela ou coisa que o valha na partida, para dar aquele power que uma pessoa precisa, mas enfim, a organização foi óptima em muitas outras coisas.
Ah! Também achei mal não ter direito a maçã no final, mas pronto.
Para o ano, espero, lá estarei outra vez!

largar a correr

De há uns meses para cá que tenho andado uma grande baldas nos treinos com o PT sádico, essa bela criatura do Demo.
Mas também não ando hibernada. Voltei a uma antiga paixão: as corridas.
Gosto de correr há anos, mas tive muitas pausas. De há um ano para cá que voltei timidamente, sendo que no início deste ano baixou em mim a vontade de fazer uma mini-maratona de 10 km.
Fui treinando nesse sentido e em Junho estive no Bes Run e foi aí que percebi como é giro e estimulante participar em corridas de grupo. O espírito é qualquer coisa, não tem nada a ver com correr sozinha.
A Marginal à Noite (também em Junho), que tooooda a gente já conhecia menos eu, tem um ambiente potentíssimo. Muito povo, mas um grande ambiente. É giro porque: é à noite; já está um tempo fixola; corre-se na estrada (e eu adoro correr em estradas).
A Corrida Unicef, em Julho, foi muito dura. Subidas e descidas nos túneis do Campo Grande e Entrecampos íam-me matando, fora a chuva torrencial que encharcou toda a gente até às cuecas. Mas sobrevivi.
No Domingo é a Corrida do Tejo, que eu já conheço há muito tempo e que todos os anos dizia "um dia vou ser eu". E este Domingo Vou ser eu.

Há uns tempos ouvi alguém agastado com isto de correr. Que é uma moda e que agora toda a gente se lembrou de correr.
Eu cá acho que há modas estúpidas e outras espetaculares.
E esta é espetacular. Faz bem. É barata.
Para quem gostava, mas tem o rabo colado ao sofá preguiça, ter a iniciativa é o que custa mais. Mas depois de começar é só somar kilómetros e o que não se consegue hoje, consegue-se amanhã e no outro dia e no outro.
Não tem só a ver com emagrecer. É uma questão de mobilidade, de saúde, de atingir objectivos que parecem insuperáveis.
Na verdade, cada um move-se por coisas diferentes nisto de correr.
O que interessa é largar a correr, pá!


correr

Agora tenho um homem dado às corridas.
Eu acho muito bem e puxo por ele para correr todos os dias. Se começa a fraquejar começo logo a falar-lhe do colesterol. Gosto de o ver assim, só tenho pena que dure pouco. A cena das corridas é sempre assim: primeiro é a excitação, depois farta-se e voltamos ao mesmo.
Eu acho que correr é uma paixão que nasce connosco ou não. Às vezes é uma paixão escondida, que descobrimos mais cedo ou mais tarde. Mas quando não é uma coisa que gostamos genuinamente (que infelizmente é o caso), acabamos por deixar.
Enfim, enquanto for correndo e mexendo-se já é bom.

enlouqueci

Pronto. Está feito. Fidelização de 2 anos. Enlouqueci.
Agora tenho, obrigatoriamente, de mexer o rabo.
Acho que vou fazer várias playlists para dar ânimo.

quando se junta a fome com a vontade de comer

Eu ando a congeminar inscrever-me num ginásio. 
Há uns dias recebi um sms de um ginásio da moda, com uma promoção do arco da velha.
Acho que se vai juntar a fome com a vontade de comer.

Caminhar

Hoje fiz uma grande caminhada, na companhia da minha criança. Eu, equipada e descapotável. Ele, encasacado e no carrinho.
Só me deixa lixada o facto de ter uns ténis nike cromos e de não os poder calçar, por me deixarem os pés numa lástima (e assim se vão 100 aéreos para o espaço). Então lá fui eu com os meus ténis ranhosos e velhos a empurrar o carrinho de sr batata-frita-pequena a passo rápido, o mais rápido que consegui. E andei, andei, andei. E soube mesmo bem. Não percebo para onde foi a minha veia desportista/saudável que tinha. Perdeu-se algures no meio dos chocolates, maternidade e baldas ao ginásio.
Devia ser obrigatório fazer desporto, tipo, não fazes desporto 3 vezes por semana e és multada que te lixas. Assim ía tudo parar ao ginásio ou ao calçadão. Seria inevitável. Era o que me devia acontecer, para espantar a preguiça.
Isto deu-me uma ideia. Acho que vou fazer um mealheiro e enchê-lo de moedas de cada vez que ficar a preguiçar em vez de mexer o rabo.
(Acho que vou amealhar a minha reforma)

decadência

Decadente é eu estar toda partidinha e quase não me mexer por ter corrido... 3 km.

retomar as corridas

Agora que estou inscrita numa maratona pequena e fofinha, decidi preparar-me. Ontem retomei as corridas e corri/arrastei-me 3 km... tsc tsc... Que pobreza. Mas olhem, foi o que o corpo aguentou. No final, os meus tornozelos quase que se desmontaram e os pulmões quase saltaram cá para fora. Que vergonha.
É o que eu digo, uma gaja uma vez que começa não pode parar mais com as corridas, caso contrário é muito mais difícil retomar o andamento.
Mas estou com fé na cena e pondero seriamente inscrever-me no ginásio. Mas isto tem de ser com calma, tenho de me mentalizar. É que acontece-me sempre a mesma coisa: inscrevo-me e meses depois começo a baldar-me à grande.
Adiante, correr pode ser mesmo fixe e ontem soube mesmo bem. Temperatura boazita, pôr-do-sol à vista e brisa do mar.
Conclusão, continuo em sistema-alimentação-saudável e dia 6 de Novembro lá vou eu (com a presença especial do Tony Carreira, hein).

post de uma pessoa extremamente saudável

Pronto, é agora que me vou tornar numa pessoa saudável. 
Já temos fruta no trabalho, graças a mim. Foi ideia do batata-frita-pai, mas fui eu que fui à luta, em busca do melhor fornecedor, que é comerciante aqui da zona e uma simpatia.
Mudei o meu pequeno-almoço. Agora como 1 iogurte com flocos de aveia, sementes de linhaça e avelãs/amêndoas/nozes, 1 peça de fruta e uma fatia de pão escuro com queijo magro.
Estou a experimentar eliminar o leite de vaca. Antes pensava que era uma mariquice, mas a verdade é que noto grandes diferenças na digestão.
Durante o dia como um snack de amêndoas sem pele e um ou outro alperce seco.
À noite deixei (?) os chocolates.
Para isto ser perfeito era eu tornar-me amiga do ginásio, mas isso agora é outra história.
As corridas foram interrompidas há umas semanas, mas agora quero retomá-las. Espetacular era fazer isto.

ai pegasus

Uma pessoa (tipo, eu) quer ser saudável e dinâmica e aumentar a qualidade de vida e do corpinho e depois fica com uma unha negra.
Pois é, os meus pegasus deixam-me a unha do pé negra e a doer. Porque é que isto me acontece? Se o raio dos ténis são bons e caros, porque é que isto me acontece?
Àparte da unha a doer, hoje soube mesmo bem, correr ao final do dia junto ao mar. Acho que tão cedo não volto à passadeira. Definitivamente, correr na rua é que é.

yes we can

Hoje a passadeira passou-se. Quer dizer, eu é que sou nabíssima e sem querer puxei a corda de emergência que pára a bicha a meio da corrida. Dei um pinote, mas consegui agarrar-me a tempo. Não caí.
Coloquei a corda no sítio e recomecei a correr.
Entretanto o colchão dos abdominais ganhou vida e saltou não sei como para a passadeira em andamento. Dei novo pinote e aguentei-me estoicamente a pensar que alguém me tinha rogado uma praga.
Terminei a corrida: 4 km, certa de que amanhã não me mexo.

correr

Ai pessoas. Hoje corri (arrastei-me) 3 km e andei 1. Isto é muito duro para quem está enferrujado. Um conselho para quem começa a correr: não desanimem, não façam grandes intervalos que depois é muito tramado recomeçar e alcançar o ritmo antigo.
Claro que ajudou ter uns bonitos ténis novos com atacadores que ferem a vista (uma espécie de coral fluorescente). Creio que o truque também passa por levar o ipod com músicas pirosas para dar energia, coisa que não fiz, mas que conto fazer na próxima corrida.
No fim é sempre a mesma sensação: sinto-me parva por adiar a corrida porque sabe-me tão bem, mas tão bem no fim. Apesar de hoje ter visto tudo branco e andar aos esses quando desacelerei. Mas passados uns minutos fiquei com aquela sensação de missão cumprida e pessoa muito atlética. E a preguiça transforma-se em fé. Fé que vou fazer disto um hábito e não voltar a inventar desculpas.

correr

Sempre resisti a apelidar-me de preguiçosa. Gosto de actividade, de movimento. Detesto pegar no carro para tudo, estacionar à porta, ir de carro até à mercearia da esquina, coiso e tal e coiso.
Mas o ginásio ou qualquer actividade física para mim, depois de passado o entusiasmo inicial, caem na desgraça e no abandono.
Não há nada a fazer, não há actividade física que sobreviva. Já tentei tudo o que é original e não funcionou. Os primeiros 2 meses são pura adrenalina e dedicação. A partir daí é sempre a cair. Dói-me a perna, o olho, a unha, a cabeça, nunca me dá jeito. Recuso a inércia, mas o facto é que chateio-me com facilidade com qualquer prática desportiva.
A única actividade à qual ainda vou piscando o olho é a corrida. Mas mesmo assim quase que é preciso chicotear-me a mim própria para me pôr em cima da passadeira. Pois, tenho uma passadeira que ao longo dos anos tem servido para corridas ocasionais, mas principalmente para pendurar a roupa e estragar a decoração do quarto.
Decidi que, sendo a corrida a única coisa a seduzir-me minimamente, vou esquecer ginásios que só me vão depenar a carteira e a dignidade e vou forçar-me a correr em cima da dita. Tem de ser. E para dar mais ênfase vou investir nuns ténis catitas, de preferência daqueles que praticamente correm por nós. Agora é pesquisar e pôr pés à obra.