... e viu o meu post.
Eu não sei de nada e não ponho as minhas mãos no fogo (o meu homem dorme ferrado), mas segundo o que ele me contou, esta foi a noite em que ela não bebeu leite e dormiu praticamente a noite toda. Quer dizer, parece que acordou umas duas vezes, mas assim que lhe puseram a chupeta, adormeceu.
E eu? Eu pirei-me para outra divisão da casa. Barriquei-me noutro quarto e avisei que precisava de isolamento radical, com direito a HORAS seguidas de sono.
Deitei-me às 23:00. Acordei ali pelas 4:00 com filho mais velho a pedir para o taparem, mas depois peguei no sono.
Acordei às 7:15, uma hora simpática para acordar. Não estou a ser cínica, eu não me importo mesmo de acordar a esta hora, desde que consiga dormir a noite toda. Foi ela que deu sinal e iniciou o dia.
Ouve miúda, estás no bom caminho. Vê se não avarias outra vez. Tu és fôfa como só tu consegues ser, mas sabes, a mãe precisa de repôr os neurónios saudáveis.
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dormir
Bem a propósito do post da minha vizinha, eu cá também ando (outra vez) numa roda viva na hora de dormir.
É assim, isto corre bem, que corre, durante largos tempos. Mas depois acontece sempre alguma nova.
Agora quer sempre 486754 histórias antes de dormir. Minhas e do pai.
Primeiro vai o pai, que conta umas 2 histórias. Depois vou eu, que conto mais 2 ou 3. Depois quer miminhos do pai e lá vai o pai. Depois quer beijinhos e miminhos da mãe e lá vai a mãe.
Ah, depois afinal quer mais histórias da mãe. A mãe começa a soprar e a passar-se.
Explico-lhe que os meninos já estão todos a dormir e que já é muito tarde. Que lhe contei todas as histórias prometidas e que agora é hora de dormir, mas o garoto quer porque quer mais histórias.
Então aí a coisa normalmente resolve-se ou então descamba totalmente. É conforme o dia.
Eu, como disse, começo no inspira/expira. O pai tenta negociar assim como se negoceia com um assaltante de um banco.
E quando o pai não está? Há festival, pois claro.
Assim, estamos em busca da fórmula perdida. Se alguém a encontrar, que envie aqui para casa.
Obrigadinha.
É assim, isto corre bem, que corre, durante largos tempos. Mas depois acontece sempre alguma nova.
Agora quer sempre 486754 histórias antes de dormir. Minhas e do pai.
Primeiro vai o pai, que conta umas 2 histórias. Depois vou eu, que conto mais 2 ou 3. Depois quer miminhos do pai e lá vai o pai. Depois quer beijinhos e miminhos da mãe e lá vai a mãe.
Ah, depois afinal quer mais histórias da mãe. A mãe começa a soprar e a passar-se.
Explico-lhe que os meninos já estão todos a dormir e que já é muito tarde. Que lhe contei todas as histórias prometidas e que agora é hora de dormir, mas o garoto quer porque quer mais histórias.
Então aí a coisa normalmente resolve-se ou então descamba totalmente. É conforme o dia.
Eu, como disse, começo no inspira/expira. O pai tenta negociar assim como se negoceia com um assaltante de um banco.
E quando o pai não está? Há festival, pois claro.
Assim, estamos em busca da fórmula perdida. Se alguém a encontrar, que envie aqui para casa.
Obrigadinha.
noites escuras e silenciosas
Como andei para aqui a chorar-me, que era uma desgraçada que tinha um filho que me dava noites brancas, agora acho por bem vir aqui contar que a nossa vida finalmente começa a entrar na linha.
Na verdade, foi preciso eu passar-me um bocado da cabeça, mas enfim, resultou. Não foi o método mais delicado/pedagógico mas azar. O que lá vai, lá vai.
Agora tudo anda lindo no nosso reino. A criança vai dormir à hora habitual. Pede sempre para deixar a porta aberta, ao que eu respondo que sim, claro. Deixo uma luzinha acesa e temos noite tranquila.
Espetacular.
Pelo sim pelo não, e vai daqui um conselho muito útil para as mães aí desse lado, não mostrem o "Monstros e Companhia" aos vossos filhos, tá?
extreme times call for extreme measures
Depois de uma semana fora (que incluiu coisas altamente excitantes, como o avião, barco, etc), ontem voltámos à nossa rotina, que é como quem diz, berreiro para dormir.
Foi a estreia em casa, depois de uma semana fora. E foi outra vez uma choradeira pegada.
Então eu, provavelmente farta de tanto guincho e queixume, passei-me completamente da cabeça, arregalei os olhos e disse-lhe "sais da cama e levas uma palmada. É para dormir!!". Bem, eu não "disse" apenas. Proferi essas palavras num volume não recomendável. Digamos que é provável que o resto do prédio já saiba o que se anda a passar aqui por casa.
Então eu, provavelmente farta de tanto guincho e queixume, passei-me completamente da cabeça, arregalei os olhos e disse-lhe "sais da cama e levas uma palmada. É para dormir!!". Bem, eu não "disse" apenas. Proferi essas palavras num volume não recomendável. Digamos que é provável que o resto do prédio já saiba o que se anda a passar aqui por casa.
Gritei e falei como uma louca, mas o que é certo é que resultou. O puto continuou com lamúrias, mas não saiu da cama. Passados poucos minutos adormeceu. Acordou de vez em quando durante a noite a chamar por mim, ao que eu respondi CHIUUUUUUUU!!!!! e que o fez voltar a adormecer.
Pronto, ainda não está perfeito, mas a coisa terá de ir ao sítio.
Hoje já não fez fita para adormecer. Pediu-me só para deixar a porta aberta.
Hoje já não fez fita para adormecer. Pediu-me só para deixar a porta aberta.
Passei-me, é verdade, mas uma gaja não é de ferro.
Extreme times call for extreme measures.
Extreme times call for extreme measures.
noites longas
Na sequência da fase espetacular que temos vivido (NOT!), tenho a dizer que não me segurei e telefonei ao pediatra. Tentei não choramingar muito que para criança chega o meu filho, mas enfim, contei-lhe que isto anda mais para lá do que para cá, que o puto não há maneira de dormir a noite inteira, que continua a acordar de hora em hora a gritar e a chorar e não quero ficar sozinho, ficas comigo?
Então o querido Dr. V disse para ter muita calma, para transmitir segurança e tranquilidade à minha cria. Para ter paciência que isto passa, é preciso é ser consistente e insistir na rotina de sempre. Ainda recomendou umas gotinhas maravilha.
Fiquei mais confortada, é sempre bom quando nos passam a mão no pêlo, é uma espécie de ida ao psicólogo. Adoro telefonar ao pediatra :D
Enfim, cá nos vamos aguentando. Ou não. Há manhãs em que acordo com o corpo preso à cama. Não consigo pôr o cérebro a funcionar. O meu homem também anda meio morto-vivo, que isto tem tocado aos dois.
Esperamos por novas noites, de preferência sem interrupções e silenciosas.
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