Mostrar mensagens com a etiqueta cenas de gaja. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta cenas de gaja. Mostrar todas as mensagens

Patrões fora, dia santo na loja

Homens fora de casa.
Batata-frita-pequena no campo com a avó.
Batata-frita-pai em viagem.
Eu e batata-frita-baby sozinhas.
E o que é que duas mulheres fazem quando estão sozinhas? Vão comprar sapatos, lógicoooo!
Eu detesto, mas rendi-me aos crocs. Para miúdos é do melhor.

NOTA: ela bate-me aos pontos. Fica histérica com sapatos em geral, quer calçar e trazer tudo.
É capaz de ser boa ideia ir amealhando para o futuro...

o que uma sala de espera pode fazer por uma pessoa


Se és jovem, gostas de meter ferro anonimamente em blogs alheios e não só, ou se és estupido só porque sim... tenho boas notícias para ti!
Agora há revistas igualmente estúpidas, que pensam no teu bem-estar. Ora vê!

Mas espera... afinal ainda há esperança. Valem as receitas da última página!

Uma sala de espera com revistas à mão de semear pode provocar sentimentos tão opostos numa pessoa.

aquele momento

... em que descobres um tomate podre no frigorífico, fazes pontaria para o caixote do lixo e... falhas.

batata-frita-mãe, a perder guarda-chuvas desde... sempre.

Tenho uma relação de amor/ódio com guarda-chuvas.
Eu adoro-os, adoro ter um guarda-chuva giro, mas é certinho que o perco.
De cada vez que lhes dou uso, deixo-os sempre em algum sítio. Na casa de alguém, num café, na escola dos meus filhos, numa estação de serviço, eu sei lá.
Já tive desgosto atrás de desgosto.
No último que tive, investi na qualidade. Era feio como tudo, mas espetacularmente forte. Não havia cá ventosga que o derrubasse. Era um guarda-chuva à prova de Hércules.
Deixei-o num café em Odivelas. E porque não voltar a essa bela localidade que é Odivelas, perguntam vocês. Nada contra, minha gente. Mas é que fica longe para caraças da minha área. A modos que parece-me algo idiota fazer kilómetros para recuperar um guarda-chuva de 15€.
Assim, e depois deste trágico episódio pelos subúrbios de Lisboa, jurei a mim própria nunca mais afeiçoar-me a guarda-chuvas. Fui ao chinês e comprei três. Muito feios. A 4€ cada.
Hoje é um bom dia para lhes dar uso.
E, provavelmente, perder mais um.

A PDI

Quando tive o primeiro filho, alguns meses depois de ele nascer, caiu-me cabelo como se não houvesse amanhã. Quando finalmente parou de cair, nasceram alguns cabelos novos em lugares ridículos, tipo, uma franjinha que não serve para nada e uns outros espetados pelo couro cabeludo.
Desta segunda rodada aconteceu-me exactamente o mesmo. Mas com um bónus. É que grande parte do cabelo que está a nascer é branco.
PDI*, absolutely.

*Puta Da Idade

um copo de tinto

Eu, apreciadora de uma boa vinhaça, fiquei em êxtase quando o pediatra liberou um copinho ao jantar, agora que já não sou vaca leiteira a tempo inteiro, apenas em part-time.
Mas, disse-me ele, "não é para apanhar uma carraspana, é um copo e dos pequenos". Enfim, uma pessoa não percebe porque raio ele diz isto. Se calhar topou-me ao longe ou então alguém lhe contou sobre as minhas (longínquas) noites em que me abraçava a uma garrafa de bom tinto e a dividia com o meu homem.
Adiante, ontem, para celebrar o acontecimento, abrimos uma garrafa de vinho.
Batata-frita-pai foi de propósito comprar e tudo. Ele é outro que nunca diz que não a um tinto.
Mesmo que quisesse beber mais do que um copo acho que não conseguiria. O mais provável seria ficar em coma alcoólico que isto de estar em abstinência há mais de um ano é quase como ser virgem de álcool outra vez.
Soube-me muito bem e veio em boa hora que isto do frio com um copo de tinto é do melhor que há.

loiras falsas


Há mais de um ano que não toco em álcool por razões óbvias.
E pessoa como eu, que aprecia uma cerveja geladérrima ou um vinho branco no Verão ou um vinho tinto no Inverno... olhem, é duro!!
Adiante, na minha primeira gravidez descobri uma cena altamente, que é cerveja sem álcool. Tem de estar mesmo fresca para não se dar por ela. Garanto-vos que já enganei algumas pessoas com cerveja sem álcool e ninguém percebeu.
Há uma ou outra marca que eu não gosto.
Entretanto descobri uma que é tudo aquilo que uma cerveja sem álcool deve ser. Loira falsa, mas que convence.
Libertem a Damm!!!

gajas...

A primeira coisa que as pessoas dizem ao ver a nossa rapariga é "tão gordinhaaa!".
Sim, ela é bochechuda e tem montes de refegos nas pernas e braços. É uma espécie de boneca michelin.
E isto faz-me pensar: esta é a única altura da vida em que é fofinho ser-se gordinha/o.
Para começar, as mulheres são as mais complexadas e lixadas umas para as outras (neste campeonato e noutros, mas isso agora dava pano para mangas ui ui).
Há dias comentava com o PT sádico que não gostava de determinada parte do meu corpo e que não tinha gostado de me ver nas fotografias das férias.
Depois desci à terra e pensei "minha croma, um dia vais ser velha com rugas e flácida e vais-te recordar do tempo em que eras rija e saudável e então vais achar que eras totó".
Ando a matar-me treinar há 4 meses e nem assim reconheço os meus progressos. Olho só para as falhas.
Gaja que é gaja nunca está contente com nada.
É cansativo ser gaja.

ter uma miúda

Eu já calculava isto, mas ter uma miúda é o suicídio da carteira.
Já tem pouca roupa a servir-lhe e a pouca que tem é de Verão.
Tem alguma emprestada, ainda assim faltam algumas coisas tais como vestidos (uma gaja precisa sempre de um ou outro vestido), collants, um casaco e uma ou outra touca.
E por isso lá vou eu ter de fazer o ENORME SACRIFÍCIO de ir às compras para ela.
Prometo controlar-me e ficar-me pelo que realmente falta. Mas dentro disto ainda posso divagar bastante.
Juro, os meus olhos até brilham.

os meus pintores são mais fofinhos que os teus

Ando pelo meio da mega nuvem de pó em que a minha casa está submersa.
Olho para o chão, que está coberto de lençóis trazidos pelos pintores e vejo isto.
Tão fofinhos os senhores das obras...

diga bom dia com mokambo

A minha máquina de café foi passar férias comigo. Eu voltei, mas ela continua de férias. Esqueci-me dela lá.
E eu sem café fico a modos que... agressiva. 
Porque neste momento sou como uma vaca leiteira particular da minha criança, fico por um café por dia e um garoto. Mas quem me tira isto, tira um pedaço de mim.
Depois lembrei-me "acalma-te gaja! Tens uma dolce gusto em casa que nunca usas!". Então hoje fui buscar a melhor chávena e... e... não funcionaaaaa!!! (Bela porcaria de máquina, já agora. Já foi uma vez para arranjar e agora só porque tirou uma licença sabática não quer trabalhar mais)
Posto isto, voltei à moda antiga.
Mokambo e água quente.*

* Eu sou a senhora do lenço na cabeça e espanador na mão ahahah!!

noites brancas

Ando a ter noites regadas a insónias.
Não é só por causa da minha rapariga, que voltou a acordar uma vez durante a noite. Sou mesmo eu, que quando acordo para dar de mamar, depois não consigo voltar a adormecer.
Ela adormece logo toda esticada de braços abertos.
Eu fico a olhar para ela e a dar voltas na cama. E a tentar adormecer. E a contar carneirinhos.
Cereja no topo do bolo: acordar de manhã depois de uma noite assim, atirar-me à gaveta das cápsulas de café e perceber que só há descafeinado.
Está certo.

é pra malhar, é pra doer!

Hoje, em mais uma aula de pura violência desportista, comentei por acaso com o PT sádico que ando com uma dor nas costas, por causa do trabalho em frente ao computador.
Nisto, ele põe as mãozinhas em cima dos meus ombros e desata numa porrada massagem nas minhas ricas costas.
Eu implorei "ai ai que está a doer", mas ele respondeu "tem qui sê assim, com força meismo!".
Ía morrendo.
Quando percebi que a raça do homem não percebeu que eu estava prestes a quinar de dor, disse "ai que já está muito melhor, obrigada!" e continuei com o resto dos abdominais.
Acho que nunca quis tanto voltar à labuta.

decisões masoquistas

Qual é a coisa mais masoquista que se pode fazer depois de uma noite em branco (cortesia da minha querida filha)?
É ir à depilação.

criar impacto é...

voltar ao café (e é raríssimo lá ir) onde fui há 1 ano atrás comprar um saco cheio de fizzs limão, o senhor olhar para mim e perguntar "quer um saco para levar os gelados?".

sopas e peixe garantidos

E quando estás sozinha em casa (com o teu filho de 3 anos a roncar na cama, por isso não conta...) na escuridão da noite e de repente, VAPUT, a luz vai-se?
Pões o rabinho entre as pernas - rezas para não encontrares uma personagem do além pelo caminho - levas o telemóvel contigo até ao quadro de eletricidade para teres alguma luz e ligas aquilo.
Mas... e se o quadro vem novamente abaixo?
Pensas que é uma conspiração qualquer de uma organização criminosa ou um sociopata que fugiu da Mentes Criminosas (de repente até pensas ouvir a música. MEDOOOOO). Que te querem roubar a casa e fazer refém ou outra coisa incrivelmente pior e lá vais tu cada vez mais acagaçada tentar ligar o quadro.
Olhas outra vez para o quadro, tentas ligá-lo mas o gajo nada. Morreu. Foi-se. Quinou. Já era.
Esqueces a cagufa da noite e a Mentes Criminosas e começas a proferir impropérios. As hormonas toldam-te a mente (já estás a dar safanões no quadro) e põem-te a língua afiada.
Ligas ao teu homem, perguntas se é para hoje ou para amanhã que chega a casa, dizes que a tua vida depende da electricidade e do peixe e sopas que estão no congelador.
Vais deitar-te stressada da vida. Tão stressada que adormeces em 5 minutos.
Acordas de manhã e descobres que o teu homem não só não conseguiu ligar pôrra de quadro nenhum, como ainda ressona ao teu lado.
Tentas acordá-lo (a medo, não esquecendo que isto é sempre algo perigoso de fazer, atendendo ao mau feitio matinal que lhe assiste) a falar novamente no peixe e nas sopas congeladas.
Ele acorda no seu melhor - NOT - e liga ao electricista maravilha que passa a manhã em nossa casa a tentar descobrir a causa do óbito do quadro de electricidade.
O quadro é ressuscitado (aleluia aleluia) e descobre-se a origem do curto-circuito.

Mas o melhor disto tudo foi o facto de as sopas e o peixe terem-se salvo. Um congelador, devidamente fechado, não descongela em 8 horas!
Amén.

é para rir ou para chorar?

Acto 1
Numa loja (que adoro) de fatos-de-banho, passo os olhos e as mãos por um lindo. Branquinho e justinho.
A senhora funcionária vem ter comigo e pergunta "Quer experimentar?".

Acto 2
Hoje, decido comprar um vestido. Peço o nº 38 (que eu sou daquelas grávidas armadas em boas que compram coisas para usar depois da gravidez, imagine-se, no mesmo nº que usava antes de engravidar, olha m´esta!). 
Diz a senhora a quem eu peço o vestido "É para si? Então se calhar é melhor experimentar o 42".

Adenda:
Acto 3 (esta é da primeira gravidez)
Entro numa loja, começo o meu périplo pela colecção. A senhora da loja vem ter comigo e diz "Também temos tamanhos grandes".